sexta-feira, 8 de abril de 2011
Disfunção de Integração Sensorial
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Integração Sensorial
Nível 1 – de 0 a 2 meses: Sistemas sensoriais primários.
- Sensação tátil
- Sensação vestibular (equilíbrio e movimento)
- Sensação proprioceptiva (posição do corpo)
- Sensação visual e auditiva.
Nível 2 – de 2 meses a 1 ano: Bases percepto-motora.
- Percepção corporal (conhecimento corporal)
- Coordenação Bilateral (uso dos dois lados)
- Lateralidade (preferência manual)
- Planejamento motor grosso (práxis)
Nível 3 – de 1 a 3 anos de idade: Habilidade percepto-motoras
- Percepção auditiva
- Percepção visual
- Coordenação oculo-manual (uso do lapis)
- Integração visomotora
- Atividade com propósito
Nível 4 – de 3a 6 anos de idade: Habilidade acadêmica
- Habilidades acadêmicas
- Habilidades motoras complexas
- Comportamento organizado
- Especialização do corpo e do cérebro
- Autoestima e autocontrole.
Integração Sensorial:
- Organiza o comportamento
- Regula o nivel de alerta
- Beneficia o planejamento motor e a coordenação
- Beneficia o desenvolvimento das atividades de vida diária.
Modulação Sensorial:
As deseordens na modulação sensorial podem aparecer como:
- Hipo responsividade
- Hiper responsividade
- Flutuação da resposta sesorial
Qualquer destas desordens afetará o desenvolvimento emocional-social da criança, limitando sua capacidade de auto-regulação e autofuncionamento em um nível ótimo de alerta.
Nível de alerta:
As crianças hipo-responsivas aos estimulos sensoriais, expressam suas condições biológicas com condutas em busca de experiências sensoriais, se mostram mais hiperativos, dispersos e esorganizados motoramente.
As crianças com hiper-responsividade aos estimulos sensorias, geralmente expressam estas condições biloógicas com respostas protetoras ou defensivas frente aos estímulos que lhes parecem ameaçadores. Estas respostas protetoras podem tomar forma de agressão e/ou fuga.
Princípios para a Terapia da IS:
O Terapeuta cria um ambiente de confiança e respeito através de interações com a criança.
As atividades são negociadas, não planejadas.
É de responsabilidade do Terapeuta: modificar o trabalho, as interações, e o ambiente baseado nas respostas da criança.
As atividades são sua própria recompensa, e o terapeuta assegura com êxito a criança em qualquer atividade. Alterando-as para estar de acordo com as habilidades da criança.
http://www.scribd.com/doc/31738654/Sesion-6-Teoria-de-Integracion-Sensorial
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Integração Sensorial
Portanto, para ocorrer a integração sensorial; a criança deve estar sendo estimulada por um terapeuta, que intervém e proporciona que a criança elabore e adapte respostas em um ambiente seguro (sala de IS) para que possa generalizar em seus ambientes sociais.

Na teoria da IS é dada ênfase aos sistemas vestibular, proprioceptivo e tátil. Com uso de equipamentos suspensos, rampas, escorregadores, almofadas, texturas, jogos...
Atenção: Atividades pré-planejadas não são Integração Sensorial. Pois isto deve ocorrer como brincadeira, livre e segura. A crianaç explora e o terapeuta o proporciona situações para que respostas adaptativas sejam geradas.
A avaliação é minunciosa, detalhista e observadora. Segue entrevista com os pais e professor (se necessário), observação clínica estruturada ou não estruturada para que uma hipótese diagnóstica/ diagnóstico, dê início ao tratamento; levando em consideração as expectativas da família, escola e terapeuta; para com o desenvolvimento da criança.
Na Integração Sensorial, não se ensina, e sim, se integra os componetes sensorias para fornecer à pessoa uma melhor adaptação em seus contextos.
Curso: Observações Clínicas em Integração Sensorial - por Gustavo Reinoso. Local: Campinas - 2010.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Sistema tátil
Terapia Ocupacional e Cardiologia
Doenças cardíacas congênitas totalmente corrigidas ao nascimento - Abordagem dos pais diante da cirurgia; orientação em relação as desenvolvimento global normal; vigilância em relação a distúrbios neuromotores e cognitivos como sequela da cirurgia.
Doenças cardíacas congênitas parcialmente corrigidas ou não corrigidas ao nascimento - Abordagem dos pais em relação às restrições da criança e ao desenvolvimento global; orientar e treinar técnicas de conservação de energia; adaptar participação social, papéis ocupacionais, rotinas e atividades.
FOCOS DE INTERVENÇÃO TERAPÊUTICA OCUPACIONAL NAS DOENÇAS CARDÍACAS ADQUIRIDAS - HIPERTENSÃO ARTERIAL, MIOCARDIOPATIAS E VALVOPATIAS:
Doenças cardíacas adquiridas: Hipertensão arterial: Mudança de hábitos deletérios à saúde cardiovascular com foco na prevenção de doenças cerebrovasculares e coronarianas; análise e organização de rotina ocupacional; técnicas de relaxamento fisiológico.
Doenas cardíacas adquiridas: Miocardiopatias e valvopatias: Abordagem pré-cirurgica:atividades esducativas e terapêuticas preparatórias para a cirurgia para promover melhor adaptação psicofísica e ocupacional nesse período.
Abordagem pós-cirúrgica: orientar o retorno gradual às atividades de vida diária e abordar os eventuais distúrbios cognitivos, de postura do tronco superior e de movimentação de membros superiores via atividades terapêuticas.
FOCOS DE INTERVENÇÃO TERAPÊUTICA OCUPACIONAL NAS DOENÇAS CARDÍACAS ADQUIRIDAS - CARDIOPATIA ATEROSCLERÓTICA CORONARIANA:
Cardiopatias adquiridas - cardiopatia aterosclerótica coronariana: Não-infartado, assintomático e tratado com revascularização ou angioplastia:
Abordagem de prevenção secundária em relação aos fatores de risco cardiovasculares.
Orientar o retorno às atividades de vida diária, adaptadas à rotina ocupacional mais saudavel.
Abordar eventuais disturbios cognitivos de postura de tronco superior e de movimentação de membros superiores via atividades terapeuticas se tratado com revascularização.
Cardiopatias adquiridas - cardiopatis aterosclerótica coronariana: pós-infarto agudo do miocárdio e/ou portador de angina de peito tratado clinicamente:
Abordagem de prevenção secundária em relação aos fatores de risco cardiovasculares.
Adaptar atividades de vida diária às restrições de capacidade funcional.
Cardiopatias adquiridas - cardiopatia aterosclerótica coronariana: Pós-infarto agudo do miocárdio tratado com revascularização ou angioplastia:
Abordagem de prevenção secundária em relação aos fatores de risco cardiovasculares.
Orientar o retorno às atividades de vida diária, adaptadas à rotina ocupacional mais saudavel.
Adaptar atividades de vida diária às restrições de capacidade funcional, se há sequelas de insuficiência cardíaca.
Abordar os eventuais distúrbios cognitivos, de postura de tronco superior e de movimentação de membros superiores via atividades terapêuticas.
Fonte: Cavalcanti,A; Terapia Ocupacional: Fundamentação & Prática - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Acessibilidade Arquitetônica

Como? Como sair de casa com toda essa arquitetura pobre... Degrau para todo lado, empecilhos no meio da calçada (poste, areia, obstáculos) que dificultam também para quem não necessita de auxilios para locomoção.
Experimente um dia andar em uma cadeira de rodas, ou com a visão e/ou audição oculta. Coloque sensibilidade na sua consciência... isso é um direito e dever de TODOS - acessibilidade! É o direito de ir e vir, com independência.
A limitação pode ser temporária e/ou definitiva; li em um blog esses dias uma frase, acredito ser a frase ideal para a acessibilidade arquitetônica: "SE O LUGAR NÃO ESTÁ PRONTO PARA RECEBER TODAS AS PESSOAS, ENTÃO O LUGAR É DEFICIENTE" ( Thais Frota - http://thaisfrota.wordpress.com ).
O que é o Selo de Acessibilidade?
É o selo afixado nas edificações, espaços, transportes coletivos, mobiliário e equipamentos que garantem a acessibilidade às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, conforme Decreto 45.552, de 29 de novembro de 2004. Obrigatoriamente, deverá ser afixado nas edificações mencionadas nas Leis 11.345/93 e 11.424/93, 12.815/99 e 12.821/99, regulamentadas pelo Decreto 45.122/04, que possuam Certificado de Acessibilidade. Os locais que possuem o selo têm condições que asseguram o acesso, circulação e permanência de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. (http://www.arquitetura.com.br/)
Amarrar o sapato como uma mão...


